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Energéticos em alta, saúde mental em alerta

O aumento no consumo de bebidas energéticas tem sido alarmante!
Segundo uma pesquisa da Scanntech, divulgada pelo Jornal da USP, em 2024, as vendas de energéticos cresceram 15% em comparação com o ano anterior. E, quando olhamos para uma década de dados, o crescimento é ainda mais expressivo: a Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas Não Alcoólicas (ABIR) aponta que, de 2010 a 2020, a produção dessa bebida no Brasil mais que dobrou, passando de 63 milhões de litros para 151 milhões de litros por ano.
Esse consumo crescente tem gerado preocupações com a saúde mental, já que o abuso de energéticos está associado ao desenvolvimento de ansiedade, depressão e até comportamentos de risco. A cafeína, principal substância presente nessas bebidas, está em doses muito mais altas do que no café tradicional, o que pode sobrecarregar o sistema nervoso central.
Com o ritmo de vida cada vez mais acelerado, muitas pessoas recorrem aos energéticos para manter o foco e a produtividade, seja nos estudos ou no trabalho. Mas, o uso recorrente dessas bebidas pode ter efeitos colaterais sérios, podendo até gerar um ciclo de dependência.
É hora de repensar seus hábitos! O alerta é claro: o consumo desse tipo de produto, muitas vezes usado para “dar conta de tudo,” pode ter efeitos profundos no bem-estar. Em vez de buscar essa falsa solução de energia imediata, priorize alternativas mais saudáveis para aumentar o foco e o vigor – como sono de qualidade, alimentação equilibrada e pausas para descanso.
Pense nisso!